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Mostrando postagens de Dezembro, 2012

INTIMIDADE

TAL QUAL

FINHO [05.12.2012 - ESPAÇO CULTURAL WALDEN]

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[Finho - Espaço Cultural Walden - 05.12.2012]

No final de 2010 comecei a escrever um projeto chamado CENAS DE SÃO PAULO para o De Analgésicos & Opioides [ainda inédito], e foi praticamente impossível não usar a música "São Paulo" como ponto de partida. O menino, que me emociona toda vez que pede para São Paulo despertar no final da música é ele, que não me conhecia até outubro passado, embora eu o já conhecesse, de alguma forma, há tanto tempo. Por tantas vezes a voz e a poesia dele estiveram no repeat enquanto eu escrevia minha prosa-poética. E hoje, meio a paredes pichadas e um encontro entre amigos, lá estava ele, nos presenteando com a música que se confunde com a sua literatura. 
E entre uma música e outra, me disseram ao pé do ouvido: "Fico aqui pensando nas pessoas que estão perdendo isso". E eu, dentro do meu realismo fantástico, pensei o quanto queria estar ali e em mais lugar nenhum. 

P'ra ouvir: http://grooveshark.com/playlist/365+365/80082836 
P'…

PATO FU [30.11.2012 - SÃO PAULO]

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 [Pato Fu - Sesc Ipiranga - 30.11.2012]
Não sei em que momento esqueci de colocar um show do Pato Fu na agenda, mas passados 20 anos de banda, os ouvi de perto pela primeira vez numa noite de sexta-feira despretensiosa e divertida. E é exatamente isso: um show divertido, para não pensar em nada, para arriscar dancinhas esquisitas, para rir dos parênteses do John Ulhoa, para sorrir cada vez que a Fernanda Takai declama suas letras, para homenagear Mutantes [afinal, deve-se respeitar qualquer banda que faz de Mutantes parte do repertório]. Pato Fu é para dias livres de qualquer obrigação. É divertimento...

MARCELO JENECI [25.11.2012 - SÃO PAULO]

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[Marcelo Jeneci - Auditório do Ibirapuera - 25.11.2012]

O álbum "Feito Pra Acabar" do Marcelo Jeneci completa dois anos e o lançamento da sua versão em vinil [ah, a poesia de um long play!] marca o encerramento da turnê. E tudo isso aconteceu no último domingo, dia 25 de novembro, no Auditório do Ibirapuera, num começo de noite cheio de garoa, típico de uma São Paulo que quase não mais existe. E foi imensamente bonito ver o palco se rendendo à cena de São Paulo, fazendo dela personagem principal no meio do show em cenário-espetáculo. Foi ainda mais bonito quando o palco virou plateia numa ode à felicidade. Eu, que já tinha experimentado algumas doses de Jeneci neste ano, preciso dizer: que coisa linda ver tudo aquilo no que há de melhor na terra que às vezes volta a ser garoa...