quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

DA PRIMEIRA VEZ QUE TE VI

Da próxima vez que me encontrar, não me tire para dançar. Não me olhe como se já soubesse de mim. Não disfarce tensão com amenidades. Não atribua mais dias a todos os outros que te conheci [seria justo a todos os não versos que deixei de atribuir a você].

Gosto mais de você agora, já que não há mais motivos.

20 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. É por isso que te ignorar é hipoteticamente um absurdo. Se eu tenho uma linguagem própria você tem várias! E eu amo, de todos os gêneros, saber que existes, és palpável e reconhecível. Não é destes auto retratos que se intitulam poetas.

    ResponderExcluir
  3. Tati, isso é um fora ou um elogio?
    Adorei!

    ResponderExcluir
  4. nao entendir muito bem
    e faso a mesma pergunta da garota acima

    ResponderExcluir
  5. nao entendir muito bem
    e faso a mesma pergunta da garota acima

    ResponderExcluir
  6. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  7. Nao costumo entender poetas.
    Definitivamente, vc e' uma poeta, garota.

    p.s.: Eu voto no fora! o/

    ResponderExcluir
  8. Pra quem quer explicações: é um exercício literário [como tantos outros]. E como a [minha] literatura é livre, "DA PRIMEIRA VEZ QUE TE CONHECI" pode ser um "fora" ou um "elogio". Eu escrevi para ser os dois. Você, que me lê, pode ficar com sua opção predileta.

    [a poesia não é para ser entendida, mas sentida]

    ResponderExcluir
  9. Um belo exercício literário que pode ou não revelar um momento do autor.
    Em qualquer um dos dois casos é bem profundo, no final revela uma liberdade interior.

    ResponderExcluir
  10. tensão e tesão não andam junto mesm...

    ResponderExcluir
  11. quis peitão gostoso q vc tem hein, sinta-se à vontade nos meus blogs...

    http://quandoasavessorriem.blogspot.com

    ResponderExcluir
  12. Lendo novamente seu texto fiquei aqui pensando quantas vezes ao fazer um exercício literário colocamos tanto de nós sem perceber.

    ResponderExcluir
  13. Inez, os nossos exercícicos literários são quase biográficos, quase ficção: o enredo é inventado, mas o sentimento às vezes é real.

    [...]

    Mas acho que quem nos lê sente mais necessidade de que tudo pareça real do que quando se escreve.

    ResponderExcluir
  14. para mim é um fora... ou então um "tudo bem se você insiste vamo que vamo eu te aceito"

    do mal!!

    http://popundergroundofgod.blogspot.com/ ouça a rádio

    ResponderExcluir
  15. Um naipe de baralho casual,como nos relacionamentos;buscam verdades de maneiras diferenciadas como um ou outro a vê...Que construção maravilhosa amiga.De levas enlevas,tesão ou tensão,Opus dei,opa dei...:)

    ResponderExcluir
  16. é foda quando agente nao sabe se gosta ou se odeia rs. ou tudo junto rs

    ResponderExcluir
  17. Tati, querida, que me deve uma visita de corpo presente rsrsrs,
    Voltei! Estava com saudades de mim. E exercício literário ou não, parecemos, todos, estarmos numa mesma tangência. Venha ao lustre!
    besos

    ResponderExcluir
  18. Muitas coisas juntas num só texto. Pode ser um dos primeiros encontros, ou um encontro depois da despedida, antes do fim, depois dele.

    Bom, como de costume.

    Beijos

    ResponderExcluir
  19. Gostei da poesia, legal gata. Mas parece que vc tá fugindo de alguém - se quiser, te escondo.

    bjs
    Pobre Esponja

    ResponderExcluir