sábado, 3 de março de 2007

DOS AMORES (XVIII)

Amo a delicadeza própria do amor
Do amor cortês
Em equivalência simultânea
Amo fora dos padrões ideais
Amo em primeira pessoa
Sem pressa, nem demora
Em seqüência conseqüente
Em complicação precária

(Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo)

5 comentários:

  1. tá traindo o kolber é?!

    po esse par de olhos azuis já virou um personagem do seu blog?
    ele vale um livro? se valer escreve.

    beijos

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  2. Vale um par de verdes? Háháháháháháhá

    Beijão, escutando Mc Colibri e vendo Fantástico - todos temos um ponto fraco!!!

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  3. Paulo, tenho de admitir que seus olhos são realmente lindos... verdes, verdes...
    (sorrisos tímidos)
    Beijos, meu querido!

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  4. Me lembrou algo bem Byronista;aquela coisa bem subjetiva,leve,suave,que o mundo já perdeu de tempos em matéria amorável.Quase que intocável,e instantâneo.O amor cortês como ali se reconhece em um dos trechos...perfeito Tati...Eu ia cogitar algo quanto a questão dos olhares,mas de repente vi que não necessitava rs,já existem azuis,verdes,e o Marcos ainda comenta sobre um possível livro dos pares...hehehe,bjoes Tati do seu maranhense mais Rimbaudiano que você conhece...

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  5. Jordan, meu Rimbaud, adoro quando aparece por aqui, sempre com os comentários mais deliciosamente complexos. Repletos de sentimentos, cheio de "ângulos obtusos" que só nós mesmos entendemos.
    Beijos pra vc, que eu adoro tanto.

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